Grupo de Estudos em Biblioteca Escolar
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Novas perspectivas para a biblioteconomia escolar no Brasil: Um diálogo com as ganhadoras do Prêmio Da Vinci Huis - IASL Award for Brasil

O Prêmio Da Vinci Huis - IASL Award for Brasil é concedido a bibliotecários brasileiros, dando-lhes oportunidade de participar da conferência anual da Associação Internacional de Biblioteconomia Escolar (IASL) que ocorre a cada ano em um país. Nesse diálogo, feito com a Profa. Bernadete Campello, Coordenadora do GEBE, as cinco vencedoras falam do Prêmio, do papel do bibliotecário hoje e de como a formação pode tornar mais efetivo seu papel educativo.

 

Lília Virgínia Martins Santos
39ª Conferência,
em Brisbane, Austrália.

 

“O bibliotecário que atue como articulador das propostas de acesso a informação e a leitura é indispensável para a evolução da biblioteca escolar no Brasil”.
“Num cenário onde a educação é ponto primordial para o crescimento e desenvolvimento de pessoas consideradas autônomas, éticas e responsáveis, o bibliotecário escolar pode exercer uma posição privilegiada”.


Carla Floriana Martins
40ª Conferência em
Kingston, Jamaica.


Fernanda Caíres
41ª Conferência
em Doha, Qatar.

“Ao buscar parcerias com professores para que os projetos realizados na biblioteca fossem ‘linkados’ com os conteúdos da sala de aula, pude me colocar não apenas como a pessoa que cuida do acervo da biblioteca, mas também como alguém que pode contribuir para o desenvolvimento do currículo da escola”.
“O bibliotecário será capaz de participar ativamente da vida escolar: nos planejamentos; fazendo parceria com professores; inserindo as atividades da e na biblioteca no currículo escolar; realizando atividades com alunos, professores e comunidade, e fazendo com que a biblioteca seja um lugar prazeroso, um lugar de descobertas”.


Carol Becker
42ª Conferência em
Bali, na Indonésia.


Cíntia Bastos
43ª Conferência
em Moscou, Rússia.

“O bibliotecário é ‘uma peça coringa’ na escola, podendo atuar em diversas áreas. Líderes em pesquisa, integração tecnológica e uso ético de informação, o bibliotecário deve conhecer o currículo e ser capaz de integrá-lo com os materiais que a biblioteca oferece, fazendo com que ela seja mais atuante e significativa na educação dos alunos”.

 

Veja o texto na íntegra

http://gebe.eci.ufmg.br/index.php?option=com_content&view=article&id=153

Fernanda Caíres participou da 41ª Conferência em Doha, Qatar.